Falta de atenção


Toda criança tem dificudades de se concentrar, isto é um fato.
Porém deve-se tomar cuidado, pois se esta falta de atenção vier precedida de sintomas como fala exessiva, dificudade em manter-se sentado, mania de interroper sem se importar com o que os outros estão fazendo,  parecer não ouvir, dificudade em organizar-se, responder perguntas antes destas serem finalizadas e outros, esta criança ou adolescente pode ter o que pscicologos chamam de TDAH (Transtorno de deficit de atenção e hiperatividade).

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, ADHD ou de AD/HD.



 Ele é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças, em várias regiões diferentes do mundo em que já foi pesquisado. Em mais da metade dos casos o transtorno acompanha o indivíduo na vida adulta, embora os sintomas de inquietude sejam mais brandos. 


Estudos científicos mostram que portadores de TDAH têm alterações na região frontal e as suas conexões com o resto do cérebro. A região frontal orbital é uma das mais desenvolvidas no ser humano em comparação com outras espécies animais e é responsável pela inibição do comportamento (isto é, controlar ou inibir comportamentos inadequados), pela capacidade de prestar atenção, memória, autocontrole, organização e planejamento.
O que parece estar alterado nesta região cerebral é o funcionamento de um sistema de substâncias químicas chamadas neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina), que passam informação entre as células nervosas (neurônios).








Sindrome do bebê sacudido.

Sabe aquela bronca que sua avó dava em sua mãe ou tia, por estar sacudindo seu irmão ou primo?
Aquilo que sua sogra ou mão falava para não jogar seu filho para o auto, e tomar cuidado com a cabecinha deles, mesmo depois de uma ano de idade?
Saiba que elas estão completamente corretas.

Síndrome do bebê sacudido é uma forma grave de lesão cerebral, provocada pelo ricochete do cérebro do bebê dentro do crânio quando a criança é sacudida.


A cabeça de um bebê é grande e pesada em proporção ao resto do corpo. Entre o cérebro e crânio existe um espaço livre destinado ao crescimento e desenvolvimento; os músculos do pescoço do bebê ainda não estão desenvolvidos.
Quando se sacode um bebê ou uma criança pequena (geralmente abaixo dos 2 anos de idade), o cérebro ricocheteia contra o crânio, provocando contusão, inchaço, pressão e sangramento (hemorragia intracerebral). Isso pode resultar em dano cerebral grave e permanente, ou mesmo em morte. O ato de sacudir um bebê ou criança pequena também pode provocar lesões no pescoço e na coluna vertebral. As hemorragias da retina podem resultar em perda da visão.

Quase sempre, esta síndrome é causada por trauma não-acidental (abuso infantil), provocado por um pai, mãe ou babá irritados, que sacodem o bebê para puni-lo ou fazê-lo ficar quieto. Em casos raros, esta lesão pode resultar, acidentalmente, de ações como arremessar o bebê para o alto ou correr com ele em um "baby bag" preso às costas.